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Programa ‘Aprendizagem’ contrata 369 mil jovens em 2017

Dados são do Ministério do Trabalho; Estado de São Paulo se destaca com 102.300 admissões
Aprendizagem jovem
Dados são do Ministério do Trabalho; Estado de São Paulo se destaca com 102.300 admissões

Dados são do Ministério do Trabalho; Estado de São Paulo se destaca com 102.300 admissões

O programa Jovem Aprendiz, em 2017, contratou 369 mil jovens no Brasil, segundo dados do Ministério do Trabalho. São Paulo liderou as admissões, com cerca de 2.300 novas vagas.

Sucesso e Crescimento Profissional

A experiência de Carolini Correia exemplifica os benefícios do programa. Iniciando como jovem aprendiz, ela progrediu em diferentes setores da empresa até conquistar um cargo efetivo. A satisfação com o trabalho e o crescimento pessoal e profissional são destacados por ela: “É muito gratificante e eu espero crescer muito. É muito satisfatório, tanto para mim pessoalmente quanto profissionalmente… Você vê o cliente saindo satisfeito das nossas lojas e saber se ele ficou feliz com o produto que eu ajudei a selecionar, isso é muito legal.”

Setores com Maior Demanda

Os setores que mais contrataram aprendizes em 2017 foram o comércio (93.469 admissões) e a indústria de transformação (92.248 vagas). Viviane Santana, supervisora do programa, relata receber entre 400 e 500 currículos mensalmente. Ela destaca que o programa oferece experiência prática, permitindo que os jovens contribuam para a empresa e adquiram habilidades valiosas em diversas áreas, como administração e organização.

Oportunidades e Garantias

O programa Jovem Aprendiz proporciona aos jovens uma inserção no mercado de trabalho, combatendo a precarização do trabalho infantil. Mona da Espineli, coordenadora do programa no Senac de Araraquara, ressalta que, apesar de muitas empresas buscarem candidatos com experiência prévia, o programa atua como porta de entrada, oferecendo formação contínua e respaldo tanto para o jovem quanto para a empresa. Regulamentado em 2005, o programa abrange jovens entre 14 e 24 anos matriculados em escolas ou cursos técnicos, sem limite de idade para pessoas com deficiência. A remuneração é proporcional às horas trabalhadas, baseada no salário mínimo.

O programa demonstra ser um importante instrumento de inclusão social e profissional para jovens brasileiros, oferecendo oportunidades de crescimento e contribuindo para o desenvolvimento do mercado de trabalho.

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