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Projeto da Câmara Municipal de Franca busca dobrar número de assessores por vereador

Observatório Social do Brasil da cidade se posicionou contrário ao texto; Bruno Silva comenta essa possível mudança
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Observatório Social do Brasil da cidade se posicionou contrário ao texto; Bruno Silva comenta essa possível mudança

Observatório Social do Brasil da cidade se posicionou contrário ao texto; Bruno Silva comenta essa possível mudança

A Câmara Municipal de Franca, com 15 vereadores, cada um com um assessor, enfrenta polêmica discussão sobre proposta de duplicar esse número para 30. O Observatório Social do Brasil em Franca se posiciona contra o aumento, questionando a necessidade e o impacto financeiro.

Custo do Aumento

A proposta geraria um impacto milionário nos cofres públicos, com estimativa de quase R$ 2 milhões anuais em gastos adicionais. Essa despesa fixa com novos servidores comissionados levanta questionamentos sobre a viabilidade financeira da medida, principalmente considerando outros investimentos prioritários.

Necessidade de Assessores

A discussão central gira em torno da necessidade real de dois assessores por vereador. Enquanto cidades menores como Araraquara, com cerca de 250 mil habitantes, já contam com essa estrutura há anos, a população de Franca (quase 400 mil habitantes) demonstra ceticismo, considerando também os recentes aumentos nos subsídios dos vereadores. A falta de estudos prévios para justificar a necessidade de mais assessores agrava a situação.

Impacto e Transparência

O aumento proposto, somado aos reajustes salariais recentes, gera grande impopularidade. A falta de transparência e a ausência de justificativas consistentes sobre a necessidade de mais assessores intensificam as críticas. A polêmica envolve a pressão de entidades como o Observatório Social e a necessidade de um debate público mais amplo, talvez com audiências públicas, antes da votação em plenário. A questão da ‘rachadinha’, prática criminosa em que parte do salário do assessor é repassada ao vereador, também é lembrada, reforçando a necessidade de transparência e fiscalização.

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