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Projeto de lei pode proibir o uso de celulares em escolas pública e privadas

Texto será analisado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados na próxima semana; entenda o objetivo do PL
uso de celulares em escolas
Texto será analisado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados na próxima semana; entenda o objetivo do PL

Texto será analisado pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados na próxima semana; entenda o objetivo do PL

Projeto de lei que proíbe celulares em escolas públicas e privadas entra em discussão na Câmara dos Deputados.

O Projeto de Lei e seu Impacto

Um projeto de lei com potencial para mudar a rotina escolar de milhares de estudantes brasileiros está prestes a ser votado na Câmara Federal. A proposta prevê a proibição do uso de celulares e outros aparelhos eletrônicos em escolas públicas e privadas de todo o país, incluindo a região de Ribeirão Preto. A proibição abrange salas de aula, recreios e intervalos, permitindo o uso apenas em situações estritamente pedagógicas, com autorização do professor, ou por questões de acessibilidade e saúde.

Polêmica e Desafios

A proposta é polêmica, considerando o papel central que os celulares desempenham na vida de crianças e adolescentes. Educadores enfrentam o desafio de competir pela atenção dos alunos, muitas vezes distraídos por jogos ou conversas em seus aparelhos. Embora a internet ofereça vasto conhecimento, o uso inadequado de celulares em sala de aula se torna um obstáculo para o aprendizado. A discussão sobre a permissão ou não do uso de celulares em sala de aula é central nesse debate.

Pontos-Chave do Relatório e Próximos Passos

O relator do projeto argumenta que a proibição visa proteger crianças e adolescentes, prevenindo problemas individuais e sociais causados pelo uso excessivo de eletrônicos. A comissão de Educação da Câmara dos Deputados analisará o texto até 30 de outubro. O projeto, que tramita na Câmara desde 2015, foi reavivado após o Ministério da Educação anunciar uma medida semelhante para escolas públicas. O relator destaca a importância de priorizar a socialização e atividades físicas, especialmente na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. Entretanto, o uso de aparelhos eletrônicos será permitido para alunos com deficiência, como forma de garantir acessibilidade e inclusão.

O parecer do relator sobre o projeto de lei será protocolado hoje na Câmara dos Deputados, dando início a uma fase crucial de debates e votações que definirão o futuro do uso de celulares nas escolas brasileiras.

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