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Promotor afirma que pena de Guilherme Longo “tem que passar de 30 anos”

Joaquim Ponte Marques morreu após uma superdosagem de insulina; ouça a análise de Marcus Túlio Nicolino
pena Guilherme Longo
Joaquim Ponte Marques morreu após uma superdosagem de insulina; ouça a análise de Marcus Túlio Nicolino

Joaquim Ponte Marques morreu após uma superdosagem de insulina; ouça a análise de Marcus Túlio Nicolino

O julgamento de Guilherme Longo, acusado pela morte do menino Joaquim, de 3 anos, está marcado para começar em Ribeirão Preto no dia 16 de outubro. Após quase 10 anos, a justiça definiu as datas e os procedimentos para o caso que chocou a cidade.

Cronograma do Julgamento

O julgamento terá início às 10h do dia 16 de outubro e se estenderá por vários dias. No primeiro dia, serão ouvidas testemunhas de acusação, incluindo policiais, militares, peritos e Arthur Pais Marques, pai do menino Joaquim. O segundo dia, 17 de outubro, será dedicado às testemunhas do Ministério Público e da Defesa, entre elas, o pai e a irmã de Guilherme Longo. Já no dia 18, serão ouvidas testemunhas e informantes da Defesa, incluindo o advogado de defesa, Paulo Henrique Martins de Castro, e patrões de Guilherme Longo. Nos dias 19 e 20, mais testemunhas e peritos prestarão depoimentos. De 21 a 27 de outubro, serão realizados debates, réplicas e tréplicas entre a defesa e a acusação.

Acesso Restrito e Jurados

O público não terá acesso ao plenário durante o julgamento. Apenas as famílias de Guilherme Longo e Natália Pontes (mãe de Joaquim) poderão acompanhar os procedimentos. A justiça selecionará 25 jurados, dos quais 7 comporão o júri que decidirá sobre a culpa ou inocência de Guilherme Longo. O sorteio para definir a composição do júri será realizado no dia do julgamento.

Posicionamentos da Acusação e Defesa

O Ministério Público sustentará a acusação de homicídio triplamente qualificado contra Guilherme Longo. O promotor Marco Túlio Nicolino destaca as circunstâncias do crime, envolvendo uma criança indefesa sob os cuidados do acusado, e a intensidade do dolo, argumentando por uma pena superior a 30 anos. A defesa, representada por Antônio Carlos, discorda do processo e pretende pedir revisão, buscando a realização do júri o mais rápido possível, considerando os mais de oito anos de prisão de seu cliente. O julgamento de Natália Pontes ainda não foi marcado.

O caso, que gerou grande comoção em Ribeirão Preto, finalmente chegará a um veredito após anos de investigações e recursos judiciais. Acompanharemos os desdobramentos deste julgamento e traremos as informações mais relevantes para nossos leitores.

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