Vanderlei Trindade afirma que animal era bem tratado no Bosque e que elefanta faz parte do patrimônio público da cidade
Após quase três meses da transferência da elefanta Bambi do Bosque de Ribeirão Preto para um santuário em Chapada dos Guimarães (MT), o caso permanece polêmico. O promotor Van der Leite, de Ribeirão Preto, pediu a volta do animal, alegando que Bambi estava bem cuidada na cidade e faz parte do patrimônio público.
A Transferência e os Argumentos do Promotor
A justiça havia determinado a transferência de Bambi para o santuário após pedidos de diversas instituições. No entanto, em petição anexada em novembro, o promotor Van der Leite argumentou que a direção do Bosque estava realizando adequações para a permanência da elefanta, seguindo recomendações da Associação Brasileira de Criadores de Animais Silvestres (ABCAS), da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e do Conselho Regional de Medicina Veterinária.
Contrapontos e o Futuro de Bambi
O Fórum de Proteção e Defesa Animal, responsável pela ação que permitiu a transferência, contesta as alegações do promotor, afirmando que Bambi foi encaminhada para um local com melhor acolhimento para elefantes no Brasil. A entidade classificou a possível volta da elefanta a Ribeirão Preto como uma “barbárie”.
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Desfecho Incerto
O pedido de retorno de Bambi a Ribeirão Preto ainda precisa ser analisado pela 1ª Vara da Fazenda Pública da cidade. O futuro da elefanta permanece indefinido, dependendo da decisão judicial.



