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Proprietários decidem fechar o Beagá Bar depois da morte de um cliente

Sócio da casa, Bruno Coelho, afirmou que 'não há mais clima'; Miguel Puga morreu depois de sofrer um 'mata leão' do segurança
Morte cliente Beagá Bar
Sócio da casa, Bruno Coelho, afirmou que 'não há mais clima'; Miguel Puga morreu depois de sofrer um 'mata leão' do segurança

Sócio da casa, Bruno Coelho, afirmou que ‘não há mais clima’; Miguel Puga morreu depois de sofrer um ‘mata leão’ do segurança

O bar BH, palco de uma briga que resultou na morte do empresário Miguel Puga, de 24 anos, fechou suas portas esta semana. Segundo o administrador Bruno Coelho, a decisão dos sócios se deu pela impossibilidade de manter o funcionamento do estabelecimento diante de um clima de insegurança e ameaças.

Solidariedade e Ameaças

Inicialmente, o bar demonstrou solidariedade ao luto pela morte de Miguel, fechando por uma semana. No entanto, com o desenrolar das notícias e a repercussão do caso, a situação se agravou. A internet se tornou um espaço de constantes ameaças, com pessoas se manifestando contra o bar e até mesmo ameaçando atos de vandalismo, como jogar coquetéis molotov e arremessar pedras, causando danos à estrutura do local. Diante disso, os sócios optaram pelo fechamento por receio pela segurança de todos.

O Caso e suas Vítimas

Miguel Puga faleceu após ser imobilizado com um mata-leão por Jonathan William Benton, de 26 anos, controlador de acesso do bar. Benton chegou a ser preso, mas atualmente responde ao processo em liberdade. O administrador Bruno Coelho afirma que a morte foi um "azar muito grande", considerando que todos envolvidos são vítimas da situação. Ele defende que Jonathan não teve a intenção de matar Miguel, agindo em cumprimento de sua função e com treinamento em segurança. O bar, segundo Coelho, sempre colaborou com as investigações, fornecendo imagens e testemunhos.

Consequências e Prejuízos

O fechamento do bar resultou na demissão de 25 funcionários, um impacto social que o administrador considera o maior prejuízo da situação. Apesar de não mencionar prejuízos financeiros diretamente, Coelho destaca a dificuldade que essas famílias enfrentarão para se recolocar no mercado de trabalho no atual cenário econômico do país. O caso segue em análise pela justiça.

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