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Psicóloga comenta comportamento das pessoas durante o Carnaval

Carolline Rangel conversou com a CBN sobre os foliões e também sobre quem prefere o sossego no feriado prolongado
comportamento carnaval
Carolline Rangel conversou com a CBN sobre os foliões e também sobre quem prefere o sossego no feriado prolongado

Carolline Rangel conversou com a CBN sobre os foliões e também sobre quem prefere o sossego no feriado prolongado

O Carnaval: uma festa de múltiplas faces

Fatores que influenciam a escolha: juventude, cultura e personalidade

A decisão de curtir ou não o Carnaval é influenciada por diversos fatores. A fase da vida desempenha um papel crucial, com jovens e adultos mais propensos à folia, enquanto aqueles que formam famílias frequentemente optam por atividades mais tranquilas. A cultura brasileira, que celebra o Carnaval intensamente, também exerce uma forte influência. No entanto, a personalidade individual é fundamental: introvertidos podem preferir a quietude do lar, enquanto extrovertidos buscam a energia da festa. É importante reconhecer que não existe uma regra, e o que funciona para um indivíduo pode não funcionar para outro.

O equilíbrio entre a celebração e a responsabilidade

Embora o Carnaval seja um período de liberação e celebração, é crucial manter um senso de responsabilidade. A psicóloga Caroline Rangel alerta para os excessos que podem ocorrer, como atos de violência, assédio e acidentes relacionados ao consumo excessivo de álcool. A chave está em encontrar um equilíbrio entre aproveitar a festa e manter a segurança e o respeito aos outros. Planejar o transporte, evitar o consumo excessivo de álcool e drogas e respeitar os limites pessoais e dos outros são medidas importantes para uma experiência positiva e segura.

Repensando a frase “O ano só começa depois do Carnaval”

A expressão popular “o ano só começa depois do Carnaval” reflete a intensa energia e o extravasamento emocional associados à festa. No entanto, a psicóloga ressalta que a vida continua antes, durante e depois do Carnaval. A festa pode ser um momento de liberação, mas é importante manter o equilíbrio e a responsabilidade, evitando excessos que comprometam a saúde física e mental e o respeito ao próximo. Curtir o Carnaval com responsabilidade é possível e desejável.

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