Carolline Rangel analisa as superstições para a noite do dia 31 e o que as pessoas buscam no ano que vai chegar
Neste último dia de 2019, conversamos com a psicóloga Caroline Rangel sobre crenças e supertições de fim de ano.
Por que acreditamos em superstições?
Segundo Caroline, as superstições de fim de ano representam um momento de esperança e renovação. As pessoas buscam uma sensação de controle sobre suas vidas, acreditando que rituais e simpatias podem trazer sorte e influenciar o futuro. A época também propicia a reflexão sobre desejos pessoais, relacionados a amor, finanças e trabalho, levando as pessoas a escolherem superstições que se alinham a essas prioridades.
Como definir metas para o ano novo?
A psicóloga afirma que todas as estratégias são válidas, desde listas de metas até outros métodos pessoais. O importante é que cada um encontre o que funciona melhor para si. Para aqueles que não se beneficiam de listas, a dica é focar em um aspecto da vida de cada vez e, principalmente, agir para alcançar os objetivos. Não basta acreditar em superstições sem esforço pessoal.
Leia também
Flexibilidade e foco no positivo
Se a tradição anual for quebrada (por exemplo, usar uma roupa de cor diferente da habitual), não se deve carregar esse sentimento para o ano que se inicia. A flexibilidade é importante, buscando o lado positivo de todas as situações. Em vez de se apegar a uma crença específica, o foco deve estar no que cada um tem de bom e nas energias positivas que cada escolha pode trazer.
Desejamos a todos um ano de muitas realizações e prosperidade!



