Ouça a coluna ‘CBN Multimídia’, com Edmo Bernardes
A propaganda eleitoral no segundo turno se intensificou, com ataques marcando a disputa. A campanha negativa parece ganhar mais destaque do que a apresentação de propostas e planos de governo.
A Estratégia do Ataque na Política
A utilização de ataques na propaganda política não é exclusividade do Brasil. Em campanhas históricas nos Estados Unidos e na França, candidatos frequentemente recorrem a essa estratégia para enfraquecer o oponente, especialmente quando estão em desvantagem nas pesquisas. O objetivo é manchar a imagem do líder na corrida eleitoral, buscando influenciar a decisão do eleitorado.
O Interesse do Público pelo Sensacionalismo
Existe uma tendência do público em geral a se interessar mais por notícias negativas e sensacionalistas. A divulgação de escândalos e controvérsias costuma gerar mais engajamento do que a apresentação de propostas construtivas. No entanto, é importante que a mídia mantenha o compromisso de divulgar os fatos de forma imparcial, sem ceder ao apelo do sensacionalismo.
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O Papel da Propaganda Irregular
A distribuição de santinhos e outras formas de propaganda irregular são proibidas por lei, mas ainda são utilizadas como estratégia para influenciar eleitores indecisos. A legislação busca coibir essas práticas, mas a fiscalização e o cumprimento das normas representam um desafio. Mesmo sendo ilegais, essas ações fazem parte do cenário eleitoral e podem impactar a decisão de voto de alguns eleitores.
O período de propaganda eleitoral gratuita será marcado por ataques e tentativas de desconstrução da imagem dos candidatos. Resta à população analisar criticamente as informações apresentadas e escolher seus representantes de forma consciente.



