Vamos relembrar episódios parecidos na região, que ficaram marcados; Adriana Silva fala dos aprendizados nestes contextos
Desastres Ecológicos em Ribeirão Preto e Região: Um Histórico de Perdas
Os últimos dias registraram eventos trágicos em nossa região, deixando marcas que infelizmente farão parte de nossa história. Infelizmente, esses episódios não são únicos; outras tragédias ambientais já ocorreram, como a perda de quase metade da mata de Santa Teresa em 2014, um evento que completa 10 anos em 2024. Na época, especulações sobre o uso de velas em trabalhos religiosos foram apontadas como causa do incêndio que devastou 200 hectares de mata. Uma década depois, a recuperação ainda é lenta e as marcas do desastre permanecem visíveis.
Kajuru e a Resiliência diante das Chamas
Em 2020, Kajuru vivenciou um episódio semelhante. Um incêndio deixou marcas profundas, ainda perceptíveis em 2021. Curiosamente, um altar de Nossa Senhora Aparecida, localizado a apenas 20 centímetros da linha de fogo, escapou ileso. Esse fato, registrado pela IPTV, destaca a imprevisibilidade e a gravidade dos incêndios em nossa região.
Lições e a Necessidade de Mudança
Os incêndios recentes reforçam a necessidade urgente de aprendizado e mudança de comportamento. A repetição de tragédias demonstra a fragilidade da nossa relação com a natureza. Ações como o fechamento da Mata de Santa Teresa ao público, a instalação de pontos de vigilância e o fechamento do Morro do São Bento em 2017, demonstram esforços de proteção, mas mostram também a urgência de uma conscientização coletiva. A preservação ambiental requer a participação de todos: plantar árvores, economizar água, conscientizar outras pessoas. Somente com atitudes proativas poderemos minimizar os impactos negativos e construir um futuro mais sustentável.
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A repetição de eventos como os incêndios recentes serve como um alerta. A preservação ambiental é uma responsabilidade coletiva, e a esperança é que as marcas negativas desses desastres sirvam como aprendizado para evitar tragédias futuras. A preservação da nossa região depende de ações conjuntas e de uma mudança de postura em relação à natureza.