Sobre como evitar a gula, a nutricionista Cristina Trovó traz algumas dicas na coluna
Com a chegada do frio, muitas pessoas sentem um aumento no apetite. Mas será que essa vontade de comer mais no inverno é apenas uma desculpa, ou existe uma explicação científica?
A Ciência por Trás da Fome no Frio
A nutricionista Cristina Trovó explica que o aumento do apetite no frio é fisiológico. Para manter a temperatura corporal, o corpo gasta mais energia, o que resulta em maior sensação de fome. Esse aumento no consumo, se exagerado e sem critérios, pode trazer consequências negativas para a saúde.
Alimentação e Prevenção de Doenças no Inverno
A nutricionista destaca a importância da hidratação, muitas vezes negligenciada no frio, e seus impactos na saúde, desde problemas de pele até constipação. Além disso, ela ressalta a necessidade de uma alimentação que fortaleça a imunidade, combatendo doenças respiratórias comuns no inverno. Frutas ricas em vitamina C, peixes ricos em zinco e sopas completas, contendo carboidratos, proteínas e legumes, são exemplos de escolhas alimentares benéficas.
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Cristina Trovó orienta sobre a importância de consumir alimentos de forma equilibrada, mesmo os mais apreciados no inverno, como massas e chocolate. Ela sugere alternativas mais leves, como um talharim com molho à bolonhesa em vez de um espaguete à carbonara, e um chocolate 70% cacau com canela como opção mais saudável ao chocolate quente tradicional. A nutricionista também aconselha escolhas inteligentes na feijoada, optando por carnes magras, e sugere mingau de aveia como alternativa mais nutritiva à tradicional canjica.
Em resumo, o inverno pede atenção à alimentação. Com planejamento e escolhas conscientes, é possível aproveitar os sabores da estação sem comprometer a saúde e o bem-estar. Moderar o consumo de alimentos mais calóricos e priorizar opções ricas em nutrientes são as chaves para um inverno saboroso e saudável.