Danielle Zeoti comenta o polêmico caso da mãe que brigou com outra passageira no avião para que o filho sentasse em outro lugar
Um vídeo que mostra uma discussão dentro de um avião entre uma mulher e a mãe de uma criança de três anos gerou polêmica nas redes sociais. A mulher, Quais os limites de comportamento entre, identificada como Jennifer, administradora de empresas, se recusou a trocar de lugar com o menino, que protestava para sentar na poltrona dela. A mãe da criança filmou a situação e acusou Jennifer de falta de empatia.
Segundo Jennifer, a criança já estava sentada na poltrona da janela, que pertencia à família, mas queria o assento dela. A mãe reagiu de forma agressiva, o que gerou críticas nas redes sociais. A maioria dos internautas criticou o comportamento da mãe e da criança, enquanto Jennifer foi elogiada por manter a calma durante o voo, usando fones de ouvido e não respondendo às provocações.
Importância da educação e dos limites na infância
Especialistas destacam que situações como essa evidenciam a necessidade de ensinar limites às crianças desde cedo. O “não” é fundamental para que elas aprendam a lidar com frustrações e a respeitar regras sociais. A educação positiva, que valoriza o carinho e o reforço de comportamentos positivos, não significa ausência de limites ou a impossibilidade de dizer “não”.
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Desafios para os pais: É comum que, por cansaço ou para evitar conflitos, pais cedam aos pedidos das crianças, mas especialistas alertam que a falta de limites pode causar problemas futuros. A imposição de regras e a manutenção do “não” são formas de demonstrar amor e cuidado, preparando a criança para a vida adulta.
Consequências da ausência de limites: Casos extremos mostram que a ausência de limites na infância pode levar a dificuldades emocionais e comportamentais na adolescência e na vida adulta. Um exemplo citado foi o de um adolescente com sintomas graves, cuja criação sem regras contribuiu para o desenvolvimento de problemas psiquiátricos.
Entenda melhor
A educação com limites ajuda a criança a internalizar normas sociais e a desenvolver resiliência diante das frustrações. O “não” deve ser aplicado de forma consistente e amorosa para garantir um desenvolvimento saudável.