Dimas Facioli analisa pesquisas que destacam pontos que levam as pessoas dessa faixa a atritarem com indivíduos mais velhos
Uma pesquisa realizada pela plataforma de currículos Resumir Gênios indica que a geração Z é considerada a mais difícil de liderar no ambiente de trabalho. Atualmente, essa geração representa cerca de um terço da força de trabalho global e vem assumindo posições de liderança em diversas empresas.
Segundo Dimas Foscioli, especialista entrevistado no programa Manhã CBN, seis em cada dez empresas nos Estados Unidos já desligaram jovens recém-contratados da geração Z desde o início de 2024, e algumas organizações têm adotado processos seletivos mais restritivos para essa faixa etária. Apesar das dificuldades apontadas, a geração Z traz habilidades e preferências que podem beneficiar as empresas quando valorizadas.
Pontos-chave:
- A geração Z é nativa digital, crescendo com celulares, redes sociais e internet, o que os torna adeptos ao uso de novas tecnologias e ferramentas digitais.
- Estima-se que 74% dos jovens dessa geração têm ambição de aprender novas habilidades e se desenvolver profissionalmente, segundo dados do LinkedIn.
- Embora alguns gestores reclamem do uso frequente de celulares, esses jovens utilizam as mídias sociais para engajamento de marketing, pesquisa de mercado e interação com clientes, aumentando a visibilidade das empresas em plataformas como Instagram, TikTok e LinkedIn.
- A geração Z valoriza o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, preferindo ambientes de trabalho flexíveis; um relatório da Deloitte mostra que 75% deles preferem empregos com total flexibilidade a salários mais altos.
Entenda melhor
A diversidade geracional no ambiente de trabalho é fundamental para a inovação. As diferenças entre gerações, como a geração X, millennials e geração Z, devem ser vistas como complementares, promovendo aprendizado mútuo e adaptação às novas demandas do mercado.