Queimaduras solares são mais comuns no verão e podem causar sérios problemas cutâneos; bronzeamento artificial também traz risco
As queimaduras solares são um problema frequente, principalmente no verão. A intensidade e o tempo de exposição necessários para causar uma queimadura variam de pessoa para pessoa, dependendo do tom de pele e do horário.
Fatores que influenciam as queimaduras solares
O tom de pele é um fator crucial. Peles mais claras queimam com mais facilidade e em menos tempo, mesmo em horários menos intensos do dia. Já peles mais morenas podem suportar maior exposição solar. O horário também é importante; a radiação solar é mais intensa entre 10h e 16h. A exposição prolongada ao sol, mesmo em horários fora do pico, pode causar queimaduras.
Como agir em caso de queimadura solar
Em casos de eritema solar (vermelhidão e sensação de pele quente), recomenda-se sair imediatamente do sol, tomar um banho frio sem sabonete e aplicar hidratante. Se houver formação de bolhas (queimadura de segundo grau), procure atendimento médico imediatamente, principalmente se a área afetada for extensa. Evite remédios caseiros e siga as orientações de um profissional.
Bronzeamento artificial e seus riscos
O bronzeamento artificial, seja em câmaras (proibidas no Brasil desde 2009) ou com aceleradores, é altamente prejudicial à saúde. Aumenta significativamente o risco de câncer de pele, especialmente o melanoma. Produtos que prometem bronzeamento rápido agridem a pele e podem causar danos irreversíveis. Procure sempre um dermatologista para orientações seguras sobre exposição solar e cuidados com a pele.
Em resumo, a prevenção é a melhor forma de evitar queimaduras solares. Observe seu tipo de pele, limite a exposição ao sol nos horários de maior intensidade e utilize protetor solar adequadamente. Em caso de queimadura, procure ajuda médica se necessário.



