Quarto suspeito de envolvimento no crime foi preso nesta sexta-feira (6); outros três pessoas já foram presas
A polícia civil intensifica as buscas pelo adolescente Alex Gabriel Santos, Quais os próximos passos da Polícia, de 16 anos, desaparecido desde o último domingo em Pontal. Quatro suspeitos foram presos temporariamente, e uma força-tarefa foi montada para localizar o jovem, que foi sequestrado e torturado após encontrar um celular em um depósito de bebidas próximo à sua casa.
Prisões e investigações: Até o momento, quatro homens foram detidos: Anderson dos Santos Dias, de 19 anos; João Guilherme Moreira, 27 anos; Alex Sander Benedito Ferreira, 23 anos; e Giancarlos Nadole, 28 anos, este último preso em Minas Gerais. Todos são investigados por envolvimento direto no caso e têm mandados de prisão temporária expedidos pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Um quinto suspeito, que estava foragido, se apresentou à delegacia de Pontal e teve a prisão formalizada.
Detalhes do desaparecimento: Alex saiu de casa na madrugada do domingo para ir ao depósito de bebidas ao lado de sua residência. A família relatou que ele voltou animado dizendo ter encontrado um celular, já que não possuía um aparelho próprio. Mais tarde, ao não ser encontrado em casa, os parentes começaram a se preocupar. Uma testemunha relatou à polícia que viu uma caminhonete parar na porta da casa e o adolescente ser agredido e colocado à força no veículo.
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Confissões e perícias: Durante os depoimentos, um dos presos confessou que o adolescente foi levado a um galpão e agredido. Segundo o delegado Pláusio Fernandes, da seccional de Sertãozinho, as confissões indicam que Alex foi sequestrado, torturado e agredido. A polícia aguarda exames, incluindo análise de DNA de um sangue encontrado na caçamba da caminhonete do principal suspeito, para avançar nas investigações. Até o momento, não houve confissão de homicídio, mas essa hipótese não está descartada.
Esforços para localização: Buscas com cães farejadores indicaram que o adolescente teria passado pelas margens do Rio Pardo. A força-tarefa formada pela polícia civil e guarda civil de Sertãozinho mantém o foco em localizar Alex, seja com vida ou não. O delegado enfatizou que a prioridade é encontrar o jovem, ressaltando a esperança de um desfecho positivo para a família, que vive momentos de apreensão diante da violência do caso.
Informações adicionais
As prisões temporárias têm validade inicial de 30 dias e podem ser renovadas conforme a necessidade das investigações. O caso segue sob investigação, com a polícia aguardando resultados de perícias para esclarecer os fatos e possíveis desdobramentos.



