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Qual sera a tendência de consumo da população em 2023?

Setor de bens e consumos deve movimentar U$$ 54 trilhões; ouça a coluna 'CBN Tecnovação' com Dalton Marques
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Setor de bens e consumos deve movimentar U$$ 54 trilhões; ouça a coluna 'CBN Tecnovação' com Dalton Marques

Setor de bens e consumos deve movimentar U$$ 54 trilhões; ouça a coluna ‘CBN Tecnovação’ com Dalton Marques

O ano de 2023 começou com a marca de 8 bilhões de habitantes no mundo, prontos para consumir US$ 54 trilhões em bens e serviços. Para entender as tendências que irão guiar esse consumo, conversamos com Dalton Marks, gerente de desenvolvimento do Supera Parque, sobre um estudo da Euromonitor.

Automação Autêntica: Tecnologia com Toque Humano

Uma das principais tendências apontadas é a automação autêntica. Embora a automação de processos, como atendimento ao cliente por robôs, reduza custos e aumente a agilidade, a Euromonitor destaca a importância do toque humano. Apesar da crescente utilização de caixas eletrônicos e check-in/check-out automatizados, 58% dos consumidores preferem interagir com humanos para resolver problemas, enquanto apenas 19% se sentem confortáveis com bots. A solução ideal é integrar o melhor de ambos os mundos, utilizando a precisão e velocidade dos robôs para tarefas manuais e internas, e a empatia humana para interações complexas. A chave é entender a jornada do cliente para determinar onde cada abordagem é mais eficaz.

Redução do Tempo de Tela: Seletividade e Eficiência

Outra tendência significativa é a redução do tempo de tela. Com o excesso de aplicativos e a crescente conscientização dos impactos negativos do uso excessivo de mídias sociais na saúde mental e produtividade, os consumidores estão se tornando mais seletivos. Em 2022, mais de um quinto dos consumidores deletou contas de mídias sociais pouco usadas, e 60% excluíram aplicativos de seus smartphones. Essa busca por eficiência e funcionalidade impulsiona a demanda por aplicativos simplificados, conteúdo com curadoria e recomendações personalizadas, ajudando a controlar o tempo gasto online.

Para empresas de tecnologia, isso significa investir em design de serviço, entender a jornada do cliente e criar interfaces intuitivas e agradáveis para garantir o engajamento e evitar a desinstalação dos aplicativos. A reflexão sobre a real necessidade de um aplicativo próprio versus parcerias também é crucial, considerando os custos e a competição no mercado.

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