Ouça a coluna ‘CBN Vida e Aposentadoria’, com Hilário Bocchi
Quando se perde o emprego, uma das preocupações é como continuar contribuindo para o INSS. Muitos se perguntam qual o valor a ser pago e como fica essa relação ao começar a trabalhar por conta própria. Para ajudar a entender melhor essa situação, vamos explorar alguns pontos importantes.
Planejamento é Fundamental
O primeiro passo é entender o seu tempo de contribuição e projetar quando poderá se aposentar, seja por idade, tempo de contribuição ou aposentadoria especial. Definir a data da aposentadoria ajuda a dimensionar o valor a ser pago até lá, evitando desperdícios e garantindo que suas contribuições se convertam em benefícios.
O Crescimento do Trabalho por Conta Própria
Em momentos de retração econômica, o desemprego aumenta, e muitas pessoas buscam alternativas no trabalho por conta própria. No Brasil, já são milhões de trabalhadores sem patrão, e esse número tende a crescer. É crucial formalizar essa atividade para evitar armadilhas previdenciárias.
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MEI: Cuidado com a Armadilha
Ao se formalizar, muitos optam pelo MEI (Microempreendedor Individual) por parecer a opção mais acessível. No entanto, o MEI pode ser uma armadilha, pois não garante aposentadoria por tempo de contribuição e o benefício é geralmente limitado a um salário mínimo. Avalie se essa é a melhor opção para você.
Alternativas ao MEI
Se você busca uma aposentadoria maior ou por tempo de contribuição, considere complementar a contribuição do MEI ou se filiar ao INSS como contribuinte individual, autônomo ou empresário. Planejar é essencial para não perder dinheiro e garantir o melhor benefício no futuro.
Em um cenário de desemprego e incertezas, planejar as contribuições previdenciárias é crucial para garantir seus direitos e evitar surpresas desagradáveis no futuro.