Rodrigo Carvalho comenta quais dores devem são mais alarmantes e destaca que tomar remédios para continuar pode piorar situação
Na coluna Bem-estar e Movimento, Quando sente dor ao treinar pode, o treinador Rodrigo Carvalho esclarece dúvidas sobre a prática de exercícios físicos quando há presença de dor. Segundo ele, a dor é um sinal do corpo indicando que algo não está bem, especialmente quando se trata de dor articular.
Identificação da dor: Rodrigo destaca que é fundamental diferenciar a dor muscular, comum após o treino, da dor articular, que pode indicar inflamação ou lesão. A dor articular exige repouso de três a cinco dias para evitar agravamento e afastamento prolongado da atividade física.
Uso de analgésicos e riscos: O treinador alerta que o uso de analgésicos pode mascarar a dor, inibindo a percepção do problema sem tratar a causa. Isso pode levar à piora da lesão, pois o processo inflamatório continua ativo mesmo sem a sensação de dor.
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Adaptação gradual e fortalecimento muscular
Para iniciantes, especialmente pessoas com sobrepeso, Rodrigo recomenda iniciar a corrida de forma gradual, intercalando caminhada e corrida, aumentando o tempo de corrida progressivamente. Ele reforça que o fortalecimento muscular é essencial para proteger as articulações, reduzir o risco de lesões e melhorar a saúde cardiovascular.
Recomendações para treinar com dor: Rodrigo sugere usar a escala de dor de zero a dez para avaliar a intensidade da dor. Se a dor estiver entre dois e três, pode-se realizar um treino leve. Se a dor for maior que quatro, é indicado não treinar para evitar agravamento e afastamento prolongado.
Entenda melhor
A dor muscular pós-treino é normal e pode ser gerenciada com descanso e variação de exercícios. Já dores nas articulações, como joelhos e lombar, indicam necessidade de atenção e possível pausa nas atividades para evitar lesões mais graves.



