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Quarto dia de julgamento tem testemunhos de médicos legistas que fizeram autópsia de Joaquim

Outras cinco pessoas devem depor na sessão desta quinta-feira (19); acusação e defesa apontam falas do 3º dia como importantes
autópsia Joaquim
Outras cinco pessoas devem depor na sessão desta quinta-feira (19); acusação e defesa apontam falas do 3º dia como importantes

Outras cinco pessoas devem depor na sessão desta quinta-feira (19); acusação e defesa apontam falas do 3º dia como importantes

O quarto dia do julgamento de Natália Ponte e Guilherme Longo, acusados da morte de Joaquim Ponti Marques em 2013, em Ribeirão Preto, prosseguiu nesta quinta-feira. O júri, iniciado às 10h da manhã, deve se estender até o sábado. Sete testemunhas de defesa foram ouvidas, incluindo médicos, psiquiatras e peritos criminais.

Depoimentos da Defesa

Entre as testemunhas de defesa estavam o pediatra Aziz Elias Esper, a professora Natália Fernanda de Gaetani, os médicos Joaquim Cristiano Cardoso Moura e Maurício Morreto (este último participou da autópsia), o psiquiatra do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, Júlio de Carvalho Ponce, e os peritos criminais da delegacia de Barretus, Marcos Teixeira César e Gustavo Silveira Orsi. Os depoimentos buscaram contestar as acusações contra os réus.

Confronto entre Acusação e Defesa

O terceiro dia do julgamento, que incluiu depoimentos de familiares dos réus e do delegado responsável pela investigação, foi considerado crucial por ambas as partes. Testemunhas forneceram informações sobre o desaparecimento de Joaquim e o relacionamento conturbado entre Natália e Guilherme. O promotor Marcos Tulio Nicolino afirmou que novas informações sobre o comportamento agressivo de Guilherme foram apresentadas, incluindo relatos de agressão à própria mãe e uso de drogas. A defesa, representada por Antônio Carlos Joliveira, rebateu essas alegações, afirmando que Guilherme não era agressivo e mantinha um bom convívio familiar.

Desdobramentos e Próximos Passos

O advogado Daniel Partico, professor de direito da USP, comentou sobre o confronto entre acusação e defesa como algo comum em processos polêmicos. A defesa de Natália e Guilherme buscou desqualificar as informações apresentadas pela acusação, enquanto o Ministério Público tentou desqualificar a defesa. O julgamento continua com mais seis testemunhas de defesa previstas para amanhã e o interrogatório dos réus, debates, réplica e tréplica no sábado. A sentença, com a condenação ou absolvição dos réus, será proferida após todas as etapas do processo.

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