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Quatro escolas da região de São Carlos vão adotar modelo Cívico-militar em 2025

Mudanças vai valer a partir do 2º semestre deste ano; confira o comentário do cientista político Bruno Silva
escolas cívico-militares
Mudanças vai valer a partir do 2º semestre deste ano; confira o comentário do cientista político Bruno Silva

Mudanças vai valer a partir do 2º semestre deste ano; confira o comentário do cientista político Bruno Silva

Quatro escolas estaduais da região de Franca, São Paulo, adotarão o modelo cívico-militar a partir do segundo semestre de 2023. Em Ribeirão Preto, a proposta foi rejeitada, gerando debates acalorados.

Escolas participantes e modelo proposto

Em Franca, a Escola Estadual Professora Antônio Fachada, além de unidades em outras cidades da região como Pompéia, Pitangueiras e Taquaritinga, integrarão o programa. O modelo prevê a combinação de militares, responsáveis pela disciplina, e professores, responsáveis pelo conteúdo pedagógico. Cerca de 50 mil alunos em 100 escolas de 89 municípios paulistas serão beneficiados.

Desafios e polêmicas do modelo cívico-militar

A implantação do modelo tem gerado controvérsias. Especialistas apontam a falta de clareza na gestão, questionam o papel dos militares na condução pedagógica e criticam o investimento nesse modelo em detrimento de outras necessidades da educação, como a valorização dos professores e melhorias na infraestrutura escolar. A experiência com modelos similares no governo federal não foi bem-sucedida. Há preocupações quanto à seletividade e a ênfase na disciplina em detrimento de outros aspectos cruciais da educação.

Continuidade de políticas públicas e o caso da Câmara Municipal de Ribeirão Preto

Além da polêmica em torno das escolas cívico-militares, a entrevista aborda a falta de continuidade em políticas públicas, exemplificada pela licitação da reforma do plenário da Câmara Municipal de Ribeirão Preto. Um projeto de instalação de sistema de energia renovável, iniciado em gestões anteriores, foi abandonado, resultando em perda de tempo e recursos. A falta de continuidade em projetos governamentais prejudica a eficiência e o uso adequado de recursos públicos, impactando negativamente diversos setores, incluindo a educação.

A implementação do modelo cívico-militar nas escolas e a falta de continuidade em projetos públicos geram debates importantes sobre a gestão de recursos e a efetividade das políticas públicas na área da educação. A observação contínua destes processos é fundamental para avaliar seus impactos a longo prazo.

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