Prefeitura rompeu os acordos e deve firmar novos vínculos para retomada das obras; valor deve passar de R$ 73 mi para R$ 110 mi
As obras de mobilidade urbana em Ribeirão Preto, iniciadas em abril de 2021, estão paralisadas desde julho devido à rescisão de contratos com as construtoras Coesa e Conter Solo. Inicialmente orçadas em mais de R$ 73 milhões, as obras podem sofrer um aumento de 50%, chegando a quase R$ 110 milhões, segundo o secretário de Obras Públicas, Pedro Pegoraro.
Aumento de Custos e Rescisão Contratual
As construtoras alegaram a necessidade de reajuste orçamentário devido ao encarecimento de materiais durante a pandemia, como o aço. A prefeitura, no entanto, não acatou o pedido e rescindiu os contratos em julho, alegando descumprimento de cláusulas contratuais. A justificativa da prefeitura para a rescisão e o consequente aumento de custos não foi detalhada na reportagem.
Previsão de Retomada e Impacto Financeiro
Inicialmente, o secretário Pedro Pegoraro previu a retomada das obras em cinco meses. Atualmente, a expectativa é que o novo processo licitatório seja concluído até dezembro de 2021, com previsão otimista de retomada em março de 2022. As obras incluem o corredor de ônibus da Avenida Saudade, o túnel da Avenida 9 de Julho e os viadutos da Avenida Brasil com a Mogiana e da Avenida Brasil com a Tomás Alberto Othlin. O túnel da Avenida 9 de Julho apresenta o maior atraso, com apenas 13% dos serviços concluídos, enquanto as demais obras têm cerca de 50% de conclusão.
Leia também
Monitoramento da Situação
O aumento significativo de custos, impactando os cofres públicos, exige acompanhamento constante. A situação será monitorada para futuras atualizações e informações detalhadas sobre o andamento das obras e o uso dos recursos públicos.



