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Quatro pessoas são detidas por suspeita de ‘boca de urna’ na região de Ribeirão Preto’

Em Aramina, o vice-prefeito foi detido por divulgar o número da candidatura de sua esposa; ele foi ouvido e liberado
Quatro pessoas são detidas por suspeita
Em Aramina, o vice-prefeito foi detido por divulgar o número da candidatura de sua esposa; ele foi ouvido e liberado

Em Aramina, o vice-prefeito foi detido por divulgar o número da candidatura de sua esposa; ele foi ouvido e liberado

Durante o período eleitoral, Quatro pessoas são detidas por suspeita de ‘boca de urna’ na região de Ribeirão Preto’, foram registrados casos de crimes eleitorais relacionados à boca de urna em diversas cidades da região, conforme acompanhamento da Polícia Militar e das autoridades locais. Embora em Ribeirão Preto não tenha sido registrado nenhum incidente, outras cidades enfrentaram ocorrências que resultaram em prisões e apreensões de material de campanha irregular.

Casos registrados em Franca e Aramina

Em Franca, uma mulher de 22 anos foi presa por envolvimento em boca de urna, prática proibida pela legislação eleitoral. Já em Aramina, o vice-prefeito Luiz Carlos Campos, de 63 anos, foi detido sob suspeita da mesma infração e está sendo ouvido na delegacia local. A ação policial foi motivada por denúncias feitas por fiscais eleitorais, que acionaram a Polícia Militar após o político ser flagrado na escola Fábio José de Araújo cumprimentando eleitores e indicando o número do partido de sua esposa, configurando pedido de votos no dia da votação.

Ocorrências em Garapava e Jabotikabal: Em Garapava, a Polícia Militar prendeu uma mulher por propaganda eleitoral irregular. Na residência dela, foram apreendidos um alto-falante, uma caixa de som e banners de campanha, equipamentos utilizados para promover candidatos no dia da votação, o que é vedado pela legislação. A ocorrência foi registrada na delegacia da cidade.

Em Jabotikabal, um homem foi detido na manhã do dia da eleição por distribuir material impresso de propaganda eleitoral, conhecido como “santinhos”, em uma escola municipal. Após prestar depoimento, ele foi liberado. A distribuição de santinhos no dia da votação é considerada crime eleitoral, pois pode influenciar eleitores indecisos e prejudicar a lisura do pleito.

Legislação eleitoral e punições: A lei eleitoral brasileira proíbe qualquer tipo de propaganda no dia da votação, incluindo a distribuição de santinhos, uso de alto-falantes e outras formas de pedido de voto. Essas práticas são consideradas crimes eleitorais e podem resultar em punições para os responsáveis, que incluem multas e até mesmo a cassação do registro dos candidatos beneficiados.

As autoridades continuam monitorando as eleições para garantir o cumprimento da legislação e a transparência do processo eleitoral, informando a população sobre as ocorrências e as medidas adotadas.

Entenda melhor

Boca de urna é o termo utilizado para descrever a prática ilegal de pedir votos ou fazer propaganda eleitoral no dia da votação. A legislação eleitoral brasileira proíbe essa conduta para assegurar a liberdade e a imparcialidade do eleitor no momento de escolher seus representantes. As punições podem variar conforme a gravidade da infração e o envolvimento dos candidatos.

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