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Que pessoa difícil! Será que o ‘difícil’ da relação não sou eu?

Sobre os dilemas da convivência, quem analisa é a psicóloga Danielle Zeoti na coluna 'CBN Comportamento'
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Sobre os dilemas da convivência, quem analisa é a psicóloga Danielle Zeoti na coluna 'CBN Comportamento'

Sobre os dilemas da convivência, quem analisa é a psicóloga Danielle Zeoti na coluna ‘CBN Comportamento’

Lidar com pessoas difíceis é um desafio comum na vida, mas entender as dinâmicas dessas relações pode facilitar a convivência. Este artigo aborda estratégias para navegar em situações complexas com pessoas de diferentes perfis.

Reconhecendo o ‘Difícil’ em Nós Mesmos e nos Outros

Primeiramente, é essencial reconhecer que o conceito de “pessoa difícil” é subjetivo. O que uma pessoa considera difícil, outra pode achar apenas peculiar. Uma pessoa organizada pode se frustrar com a desorganização de outra, assim como alguém pontual pode se irritar com atrasos. Antes de julgar os outros, é importante refletir sobre nossos próprios comportamentos e como eles podem ser percebidos pelos demais. O autoconhecimento é fundamental para entendermos nosso papel nas relações e identificarmos possíveis áreas para melhorar nossa comunicação e interação.

Estratégias para Convivência

Quando lidamos com pessoas difíceis que não podemos simplesmente evitar (familiares, colegas de trabalho etc.), precisamos desenvolver mecanismos de defesa saudáveis. O afastamento completo pode não ser a solução ideal, pois as pessoas não são descartáveis. Em vez disso, podemos aprender a estabelecer limites. Manter a calma, sem se tornar um “saco de pancadas”, é crucial. Expressar o que nos incomoda com clareza, objetividade e no momento apropriado, sem entrar em discussões desgastantes, é uma forma eficaz de lidar com a situação. É importante lembrar que por trás de comportamentos difíceis podem existir lutas e experiências passadas que desconhecemos. A empatia e a capacidade de se colocar no lugar do outro são ferramentas valiosas.

Cultivando a Resiliência

Conviver com as diferenças e com pessoas consideradas “difíceis” nos ajuda a crescer. Desenvolvemos paciência, persistência, compreensão e empatia. Essas experiências nos tornam mais resilientes e nos preparam para lidar com diversas situações da vida. Afinal, a vida é uma constante interação com pessoas diversas, e aprender a navegar essas relações com sabedoria e maturidade é um aprendizado contínuo que contribui para um crescimento pessoal significativo.

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