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Quem não deu aquela ‘pausa’ no Carnaval para acompanhar a premiação do Oscar, não é mesmo?

Se você estava na torcida por Fernanda Torres, venha para o 'Oficina de Palavras' e vamos saber mais sobre 'premiação'
Oscar 2024
Se você estava na torcida por Fernanda Torres, venha para o 'Oficina de Palavras' e vamos saber mais sobre 'premiação'

Se você estava na torcida por Fernanda Torres, venha para o ‘Oficina de Palavras’ e vamos saber mais sobre ‘premiação’

O Carnaval fez uma pausa, ainda que breve, para um evento de grande importância: a premiação do Oscar. Este texto analisará o impacto e significado deste evento, focando no poder das palavras e na força da arte em momentos de polarização.

A Premiação e o Poder das Palavras

A palavra “premiação” em si carrega um significado profundo. Para os amantes da gramática, é um substantivo feminino, oxítona, que representa a honra dada a quem se destaca. Ela simboliza o reconhecimento de um grupo ou até mesmo de um segmento populacional inteiro. A premiação do Oscar, por exemplo, parou milhões de brasileiros, demonstrando o alcance e impacto de um evento que transcende a mera entrega de prêmios.

A Arte como Unificadora em Tempos de Divisão

A premiação deste ano foi marcada por um filme polêmico, gerando paixões e opiniões divergentes. No entanto, a própria existência dessa controvérsia demonstra a força da arte em provocar reações e debates. A atriz Fernanda Torres, por exemplo, teve uma atuação que dividiu opiniões, mas que, inegavelmente, cativou a atenção do público. Da mesma forma, o trabalho de Walter Salles, reconhecido após anos de espera, gerou reações apaixonadas, tanto positivas quanto negativas. Essa polarização, no entanto, não impediu que o evento unisse o país em torno da arte e da discussão gerada pela premiação.

Um Acender de Palitos em Meio à Escuridão

Em um cenário onde livrarias e bibliotecas enfrentam dificuldades, a premiação do Oscar representou um “acender de palitos de fósforo”, uma chama de esperança e paixão pela arte. A cena no Pelourinho, em Salvador, onde o Carnaval parou para celebrar o filme vencedor, ilustra a força desse momento. A imagem de um Pelourinho silencioso, em expectativa pela premiação, é marcante e demonstra o poder da arte em transcender divisões e unir as pessoas em torno de uma experiência coletiva. Assim como a chama de um palito, a arte pode se apagar, mas sempre há a possibilidade de reacender a chama, com novos filmes, novas histórias e novas premiações. A esperança permanece.

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