Médico infectologista Lucas Agra garante que o grau de reação não tem nenhuma relação com o efeito maior ou menor do imunizante
Abertura da campanha de vacinação contra a Covid-19 para novas faixas etárias gerou debates sobre a relação entre reações e imunização.
Reações à vacina e eficácia da imunização: um mito
Um mito que tem circulado é a crença de que pessoas com mais reações à vacina contra a Covid-19 estariam mais imunizadas. O infectologista Lucas Zagro desmistifica essa ideia, afirmando que a intensidade das reações não indica um maior nível de proteção. A imunidade é alcançada independentemente da presença ou ausência de sintomas como febre, dor no local da aplicação ou dores musculares.
Importância da vacinação e medidas de prevenção
Apesar da redução no número de mortes, o médico alerta para o aumento contínuo de casos de Covid-19. A entrevista completa com o Dr. Zagro, disponível no site cbrrbron.com.br, aborda outros mitos sobre a vacinação. A prevenção continua crucial, com ênfase na higienização frequente das mãos, uso de máscaras e distanciamento social para evitar aglomerações.
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Prevenção continua essencial
Embora a vacinação seja fundamental, a população não deve se descuidar das medidas de prevenção. Higienizar as mãos, usar máscaras e evitar aglomerações são práticas essenciais para conter o avanço da doença, mesmo com a queda no número de óbitos. A vacina protege, mas a prevenção completa requer a combinação de imunização e cuidados individuais.



