Atacante justificou atitude para manter saldo de gol; treinador foi criticado pela falta de combatividade após tomar o gol
Após a derrota do Botafogo para o Mirasol por 1 a 0, a polêmica tomou conta. A estratégia defensiva adotada pelo técnico Argel, com duas linhas de quatro e Emerson Santos isolado, gerou debates acalorados.
A polêmica estratégia de Argel
Com um jogador a menos desde o primeiro tempo, após a expulsão de Pará, o Botafogo recuou excessivamente após sofrer o gol aos 29 minutos da etapa final. Por mais de seis minutos, o time se limitou a observar o Mirasol, com Argel repreendendo qualquer jogador que tentasse avançar. Essa postura passiva causou indignação entre os comentaristas e torcedores.
A defesa de Rafael Marques e a crítica dos comentaristas
Rafael Marques, atacante do Botafogo, defendeu o treinador, argumentando que a estratégia levava em conta o critério de desempate por saldo de gols. Entretanto, os comentaristas refutaram esse argumento, destacando que a prioridade é a pontuação e que uma sequência de derrotas por 1 a 0 inviabiliza a classificação. A justificativa foi considerada pífia e uma forma de minimizar a postura medrosa do time.
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Análise da situação e futuro do Botafogo
A postura defensiva do Botafogo é vista como um problema grave. A equipe precisa reagir e mostrar mais ousadia para se aproximar das primeiras colocações. A dependência de um critério de desempate em detrimento da busca por vitórias demonstra falta de ambição e planejamento. A falta de criatividade e a incapacidade de surpreender o adversário podem custar caro ao Botafogo na sequência do campeonato.


