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Ranking global de competitividade coloca Brasil na 62ª posição

País fica à frente apenas de Peru, Nigéria, Gana, Argentina e Venezuela; pior avaliação foi em 'Eficiência Governamental'
Ranking global competitividade
País fica à frente apenas de Peru, Nigéria, Gana, Argentina e Venezuela; pior avaliação foi em 'Eficiência Governamental'

País fica à frente apenas de Peru, Nigéria, Gana, Argentina e Venezuela; pior avaliação foi em ‘Eficiência Governamental’

O Brasil ocupa a 62ª posição no ranking global de competitividade do IMD, em sua edição 2024, caindo duas posições em relação ao ano anterior. Dos 67 países analisados, apenas cinco estão abaixo do Brasil: Peru, Nigéria, Gana, Argentina e Venezuela. Quatro das seis últimas posições são ocupadas por países latino-americanos, indicando um problema crônico na região.

Ranking e sua Importância

O ranking do IMD, produzido desde 1989, utiliza mais de 250 indicadores agrupados em quatro categorias: Performance Econômica, Eficiência Governamental, Eficiência de Negócios e Infraestrutura. A posição no ranking reflete a capacidade das empresas de um país competirem globalmente e indica as perspectivas de crescimento futuro. Países com melhor desempenho tendem a ter ambientes institucionais mais favoráveis aos negócios.

Desempenho Brasileiro

O Brasil se destaca positivamente em algumas subcategorias, como subsídios governamentais (4º lugar) e crescimento de longo prazo de emprego (5º lugar). No entanto, o país ocupa a última posição em categorias cruciais como educação e gestão, habilidades linguísticas e dívida corporativa. A performance econômica, embora melhor, ainda deixa a desejar.

Desafios e Recomendações

Para melhorar sua posição, o Brasil precisa investir em ciência, inovação e qualificação da mão de obra, especialmente em áreas tecnológicas. O estudo recomenda melhorias no acesso à educação básica, requalificação profissional, infraestrutura e logística, visando aumentar a resiliência econômica. A comparação com Argentina e Venezuela, também mal posicionadas, destaca os desafios comuns da América Latina, como inflação, estabilidade econômica e fortalecimento das instituições.

Em resumo, a baixa competitividade do Brasil é um problema multifacetado que exige ações coordenadas em diversas áreas para impulsionar o crescimento econômico e melhorar a posição do país no cenário internacional.

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