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Rapper Hungria é internado por suspeita de intoxicação por metanol

Rapper Hungria é internado por suspeita de intoxicação por metanol
Rapper Hungria intoxicação metanol
Rapper Hungria é internado por suspeita de intoxicação por metanol

Rapper Hungria é internado por suspeita de intoxicação por metanol

O estado de São Paulo enfrenta um grave problema de saúde pública com o aumento de casos de intoxicação por metanol, resultando em mortes e internações. As autoridades estão em alerta máximo, intensificando a fiscalização e investigando a origem das bebidas adulteradas.

O Caso do Cantor Hungria

O cantor Hungria, conhecido no cenário do hip hop, foi internado às pressas em Brasília com suspeita de intoxicação por metanol. Recentemente, o artista se apresentou em Ribeirão Preto, e sua última publicação em redes sociais foi justamente nesse show. Devido à internação, seus próximos shows foram remarcados por orientação médica.

Operações e Prisões

A Polícia Civil e a Secretaria Municipal de Saúde de Ribeirão Preto realizaram uma fiscalização em uma distribuidora local após um morador de Barrinha ser hospitalizado com suspeita de intoxicação por metanol. A investigação aponta que o homem consumiu whisky em um bar de Barrinha e passou mal. A Vigilância Sanitária também interditou cautelarmente uma casa de shows em São Bernardo, onde o cantor Hungria se apresentou.

Em outra operação, duas mulheres foram presas por suspeita de transportar 162 garrafas de whisky falsificadas na rodovia Brigadeiro Faria Lima. As bebidas estavam sem documentação fiscal e com rótulos desconhecidos no Brasil. As suspeitas alegaram que compraram as bebidas em São Paulo para revender em estabelecimentos comerciais e eventos em Jaboticabal.

Alerta e Fiscalização

A Vigilância Sanitária de Ribeirão Preto intensificou as ações de fiscalização em distribuidoras e estabelecimentos que vendem bebidas alcoólicas. Equipes estão verificando notas fiscais, identificando garrafas e avaliando a procedência dos produtos. Em caso de suspeita, a bebida é imediatamente recolhida.

O promotor Carlos César Barbosa classificou a falsificação de bebidas com substâncias perigosas como um ato terrorista e alertou os comerciantes sobre a importância de verificar a procedência das bebidas que servem, sob pena de serem responsabilizados pelas consequências.

As autoridades seguem investigando os casos e reforçam a importância da colaboração de todos para identificar e combater a venda de bebidas adulteradas.

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