É o sexto acréscimo somente em 2021; botijão de 13kg está sendo comercializado a R$ 110
O ano de 2020 foi marcado por sucessivos aumentos no preço do gás de cozinha, impactando diretamente o orçamento das famílias brasileiras e o funcionamento de diversos estabelecimentos comerciais.
Aumento sucessivo e acumulado
Em 2020, o gás de cozinha sofreu seis reajustes de preço. Em janeiro, o aumento foi de 6%; em fevereiro, 5,1%; março e abril registraram aumentos de 5%; em junho, 5,9%; e, por fim, mais 6% em [mês do aumento]. O aumento acumulado no ano chegou a 33%, impactando significativamente o custo de vida da população.
Impacto em restaurantes e alternativas
O aumento do preço do gás afetou principalmente donos de restaurantes e marmitarias, que já vinham sofrendo com a redução nas vendas devido à pandemia. Para economizar, muitos empresários têm optado por pratos que exigem menos uso do fogão, como alimentos frescos. A dificuldade em repassar o aumento imediato aos clientes os força a buscar alternativas criativas para manter seus negócios.
Alternativas e consequências
Com o gás cada vez mais caro, muitas pessoas estão voltando a utilizar lenha e carvão para cozinhar. No entanto, essa prática apresenta riscos, como o aumento de acidentes com queimaduras. A alta nos preços de outros itens, como energia elétrica e carnes, agrava ainda mais a situação. Apesar de alternativas como o consumo de poke, um prato japonês que não necessita de cozimento, existirem, o custo elevado dos ingredientes limita seu acesso à população.
A constante alta no preço do gás, somada à elevação de outros custos básicos, demonstra a dificuldade da população brasileira em lidar com a inflação e a necessidade de soluções eficazes para amenizar os impactos dessa realidade econômica.



