Aumento médio é de 1,5% no valor da taxa; engenheiro eletricista dá dicas de como tentar driblar essa elevação de preços
Com o reajuste de 1,5% na conta de energia elétrica a partir de hoje, consumidores buscam alternativas para economizar. Mas será possível driblar o aumento? Especialistas apontam caminhos para reduzir o consumo e o impacto no orçamento doméstico.
Dicas para economizar energia no dia a dia
Mudanças simples no hábito podem fazer a diferença. Trocar lâmpadas incandescentes por LEDs, reduzir o tempo de uso de chuveiros elétricos e diminuir a frequência com que se abre a geladeira são medidas eficazes. Embora pequenas individualmente, essas economias se acumulam e geram impacto significativo na conta de luz. Os grandes vilões do consumo, segundo especialistas, são chuveiros, ar-condicionado, ferro de passar roupa e geladeiras, que merecem atenção especial.
Investimentos em longo prazo para reduzir custos
Além das pequenas mudanças, investir em melhorias na infraestrutura elétrica da casa pode gerar economia a longo prazo. Uma revisão das instalações elétricas, verificando a capacidade dos fios e a necessidade de upgrades, é fundamental. A automação residencial, sistemas de aquecimento solar e a geração fotovoltaica são opções que demandam investimento inicial, mas que proporcionam economia significativa de energia a longo prazo. Sistemas de aquecimento solar, por exemplo, representam um custo relativamente baixo e geram boa economia no consumo de água quente.
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Considerações finais sobre o impacto do reajuste
O aumento na tarifa de energia pode impactar a inflação nos próximos meses. No entanto, com planejamento e algumas mudanças de hábitos, é possível minimizar os efeitos desse reajuste no orçamento familiar. A combinação de pequenas economias no dia a dia e investimentos estratégicos em longo prazo se mostra como a melhor maneira de enfrentar o desafio.



