Heloisa Zaruh lembra os feitos dessas mulheres que levaram o Brasil ao pódio na Olimpíada; ouça o ‘CBN Mulher’
As Olimpíadas de Tóquio marcaram um recorde histórico na participação feminina, com 49% das atletas, a edição mais feminina até hoje. A equipe brasileira também se destacou com a presença de 140 mulheres entre os 302 atletas, mostrando uma crescente representatividade.
Mulheres que fizeram história
Diversas atletas brasileiras se consagraram em Tóquio, quebrando recordes e preconceitos. Rebecca Andrade, por exemplo, conquistou a prata no individual geral, tornando-se a primeira brasileira medalista olímpica na ginástica artística, e o ouro no salto, sendo a primeira a subir duas vezes ao pódio em uma única edição. Rayssa Leal, a “Fadinha”, com apenas 13 anos, conquistou o bronze, tornando-se a mais jovem medalhista do país. Maíra Guiar, com três medalhas olímpicas em esportes individuais consecutivos (Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020), também fez história. A dupla de tenistas Laura Pigossi e Luisa Stefani conquistou a primeira medalha olímpica para a modalidade no Brasil.
Superando desafios
O sucesso das atletas brasileiras transcende as medalhas. Dayanne dos Santos, ao conquistar sua medalha, compartilhou sua luta contra o racismo, mostrando a importância da representatividade e a necessidade de combater a discriminação. A trajetória dessas mulheres demonstra força, resiliência e a capacidade de superar obstáculos para alcançar seus objetivos, inspirando outras gerações.
Leia também
Um novo olhar para o esporte
A participação expressiva das mulheres nas Olimpíadas de Tóquio representa um avanço significativo na luta por igualdade de gênero no esporte. O sucesso dessas atletas demonstra o talento e a dedicação femininas, contribuindo para mudar o olhar ainda machista presente em diversas áreas. É fundamental continuar incentivando a participação feminina no esporte e em todas as esferas da sociedade, garantindo igualdade de oportunidades e respeito.



