Ouça a coluna ‘CBN Cinema’, com Marcos e André de Castro
Ben-Hur retorna às telas 57 anos após a versão icônica de William Wyler, que levou 11 estatuetas do Oscar. O novo filme, porém, enfrenta a difícil tarefa de se comparar a um clássico consagrado.
Um Príncipe em Busca de Redenção (ou Vingança?)
A história de Ben-Hur, o príncipe traído e forçado à escravidão, que retorna à sua pátria em busca de vingança ou redenção, é recontada mais uma vez. André de Castro comenta sobre as diferenças entre as versões, destacando a abordagem mais focada na compaixão na versão de 2016, em contraste com a ênfase na vingança da versão de 1959.
Comparação Inevitável com o Clássico de 1959
A comparação com o filme de 1959, vencedor do Oscar de melhor filme, é inevitável. A nova versão, com orçamento de US$ 90 milhões (contra US$ 16 milhões da versão original), utiliza efeitos digitais e um elenco com Rodrigo Santoro como Jesus Cristo. No entanto, a diferença no número de figurantes (2 mil contra 350 mil) e a duração menor (2h03 contra 3h40) são fatores que contribuem para uma experiência diferente.
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Um Lançamento Conturbado e as Expectativas
O lançamento confuso do filme, com datas diferentes em vários países, sugere uma falta de confiança por parte da Paramount em seu sucesso e na possibilidade de concorrer a prêmios. Apesar disso, a história em si é considerada bonita e a atuação de Rodrigo Santoro é elogiada. Embora a versão de 2016 apresente uma abordagem mais humanizada, a grandiosidade da versão de 1959 permanece inigualável para muitos.



