Cortes viraram alternativa ao aumento nos preços da carne bovina; produção foi 8% maior em relação ao ano passado
Neste ano, o setor de produção de carne suína registrou números recordes. Essa alta na produção resultou em uma queda no preço da carne de porco, que pode se tornar ainda mais acentuada nos próximos dias.
Preços mais baixos e maior oferta
A carne suína é a única proteína com registro de queda de preços em 2021, apresentando uma redução média de 6%. O aumento na produção (quase 8%) contribuiu para estabilizar e reduzir os preços. Essa opção mais acessível se tornou atrativa para consumidores que buscam alternativas à carne bovina, cujo preço se mantém elevado.
Cortes suinos com preços atrativos
O lombo está 3% mais barato, custando em média R$19,90 o quilo. O pernil apresenta uma queda de 13% em relação ao ano anterior, com preço médio de R$23,00. A costelinha também teve redução de 7%, sendo vendida a R$23,00. Esses preços mais acessíveis têm atraído consumidores, principalmente aqueles com orçamento mais limitado.
Perspectivas para o fim do ano
Segundo um gerente de supermercado, não há previsão de grandes surpresas nos preços da carne suína até o fim do ano. Embora possam ocorrer pequenas elevações, a expectativa é que os preços permaneçam favoráveis ao consumidor em comparação com o ano passado. Em contraponto, pesquisas indicam alta superior a 40% nos preços da carne bovina e de frango, tornando a carne suína uma opção ainda mais vantajosa para as festas de fim de ano.



