Trabalhadores do bairro dizem que problema existia há seis meses; Daerp solucionou o caso após denúncia da CBN Ribeirão
Vazamento de esgoto preocupa moradores de Ribeirão Preto
Água suja jorra há meses na rua
Um vazamento de esgoto na rua Hermínio Morandini, número 855, no bairro Campos Elíseos, em Ribeirão Preto, tem causado transtornos e preocupações aos moradores da região. Segundo relatos, a situação persiste desde outubro de 2023, com água suja jorrando pela rua e causando transtornos para pedestres e comerciantes.
Prejuízos e riscos à saúde
A profissional de limpeza Maria Lena Araújo afirma ter aberto um protocolo junto à ERP (empresa responsável pelo serviço de água e esgoto) em outubro do ano passado, devido ao entupimento de dois boeiros. Após uma visita da ERP para verificar o entupimento e a abertura da caixa de expansão, o vazamento se intensificou. O problema afeta diretamente um estabelecimento comercial próximo ao local. O representante Paulo César Luiz relata prejuízos e a dificuldade de locomoção devido à grande quantidade de água acumulada na calçada. Ele destaca ainda a preocupação com a saúde pública, pois o local apresenta grande circulação de crianças.
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Demora no reparo e posicionamento da ERP
Paulo César Luiz afirma que a ERP enviou um profissional, mas indicou a contratação de um serviço particular, com prazo estimado de três meses para o reparo. A empresa alega ter pago seus impostos em dia e espera uma solução rápida por parte da autarquia. Em nota, a ERP informou que uma solicitação foi atendida no dia 21 de abril, referente à desobstrução do esgoto na caixa de expansão. Entretanto, a reportagem constatou que o vazamento persiste e exige providências urgentes. Uma equipe da ERP foi prometida para verificar a situação e tomar as devidas providências. A situação continua sendo acompanhada pela reportagem.
O vazamento de esgoto na rua Hermínio Morandini demonstra a necessidade de agilidade e eficiência por parte da ERP em solucionar problemas que afetam diretamente a saúde e o bem-estar da população. A demora na resolução do problema gera preocupação e indignação entre os moradores e comerciantes da região.



