‘Plataforma das dancinhas’ já virou febre no Brasil; ouça a coluna ‘Conexão CBN’ com André Patrocínio
O TikTok, plataforma de vídeos curtos, conquistou o mundo em tempo recorde. Lançado na China em 2014, inicialmente como Musical.ly (aplicativo de dublagem de músicas), foi adquirido por US$ 800 milhões em 2017 e rebatizado como TikTok em 2018. Sua popularidade explodiu, tornando-se o aplicativo mais baixado em 2020 e alcançando a marca de 1 bilhão de usuários ativos em 2023.
Ascensão meteórica e concorrência com o Instagram
A rápida ascensão do TikTok o coloca como principal concorrente do Instagram, que possui 1,3 bilhões de usuários ativos. Essa ameaça é tão significativa que o próprio Instagram, inicialmente focado em fotos, tem investido fortemente em recursos de vídeo, como o Reels, para competir com o sucesso do TikTok.
Monetização e oportunidades para empresas
Inicialmente, o público do TikTok era majoritariamente composto por jovens entre 18 e 24 anos. No entanto, essa faixa etária atrásra representa 42% dos usuários, indicando um crescimento significativo em outras faixas, incluindo o público de 25 a 34 anos, altamente atrativo para as marcas. O TikTok oferece às empresas a vantagem da viralização orgânica, com maior alcance de conteúdo gratuito em comparação com plataformas como Instagram e Facebook, onde o impulsionamento de posts é necessário para maior visibilidade. A monetização para criadores de conteúdo ocorre por meio de convites de usuários, lives com presentes virtuais e parcerias com marcas.
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O futuro do TikTok
O TikTok ainda tem um grande potencial de crescimento, principalmente na área de monetização para empresas locais e regionais. A melhoria na segmentação de anúncios e o aprimoramento das ferramentas de monetização para criadores de conteúdo são pontos-chave para o futuro da plataforma. A aposta em vídeos curtos como formato principal de conteúdo garante que o TikTok se mantenha relevante no cenário digital, com usuários gastando cada vez mais tempo engajados na plataforma.