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Redução nos repasses de verba para as Santas Casas deixa hospitais da região em situação complicada

Na unidade de Sertãozinho, a queda será de mais de R$ 40 mil por mês
Santas Casas repasses verba
Na unidade de Sertãozinho, a queda será de mais de R$ 40 mil por mês

Na unidade de Sertãozinho, a queda será de mais de R$ 40 mil por mês

Uma nova decisão do governo do Estado de São Paulo está gerando preocupações entre os hospitais da região. A partir de março, haverá uma redução de 12% no repasse de verbas para as santas casas, impactando diretamente suas finanças.

Impacto Financeiro nas Santas Casas

Para a Santa Casa de Sertãozinho, por exemplo, o repasse mensal de R$ 360 mil cairá para R$ 317 mil, representando uma perda de mais de R$ 40 mil. O provedor do hospital, José Carlos Simões, expressou sua preocupação com a situação, afirmando que a medida dificulta ainda mais o cenário econômico já desafiador enfrentado pelas instituições.

Mobilização e Busca por Soluções

Diante do corte, a Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos do Estado de São Paulo (FEHOSPE) tem buscado reverter a decisão por meio de ações políticas e judiciais. Simões relata que, apesar dos esforços, ainda não houve resultados positivos. A instituição também busca apoio da prefeitura e de empresários locais para minimizar o impacto na população.

Riscos e Desafios

A redução no repasse pode afetar diretamente o atendimento à população, principalmente no acesso a medicamentos essenciais, especialmente aqueles utilizados em casos de intubação. Embora a Santa Casa de Sertãozinho ainda não registre falta de materiais, o provedor alerta para o risco iminente caso a situação se prolongue. O aumento nos preços de medicamentos e insumos, somado à redução nas verbas, coloca em risco a manutenção dos serviços hospitalares.

A situação demonstra a fragilidade financeira das santas casas e a necessidade de maior apoio governamental para garantir a assistência à saúde da população, especialmente em momentos de crise. A busca por soluções alternativas, como parcerias com a prefeitura e o setor privado, se mostra crucial para garantir a continuidade dos serviços hospitalares.

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