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Reformas de adequação na UPA Oeste vão custar mais de 2,2 milhões de reais

Publicação foi feita no Diário Oficial no fim de janeiro; Secretaria aponta falhas em obra original
reformas UPA Oeste
Publicação foi feita no Diário Oficial no fim de janeiro; Secretaria aponta falhas em obra original

Publicação foi feita no Diário Oficial no fim de janeiro; Secretaria aponta falhas em obra original

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Sumarezinho, em Ribeirão Preto, passará por uma nova reforma, estimada em R$ 2.287.000,00, antes de ser finalmente aberta ao público. A notícia causou revolta na população, já que a atual administração havia prometido a entrega da UPA em 2018 e 2019, sem sucesso. A previsão atrásra é que a obra seja concluída apenas no segundo semestre de 2024.

Problemas na obra original

Segundo a prefeitura, erros no projeto original da UPA levaram à necessidade de uma nova reforma. A abertura de licitação para contratação de empresa especializada para adequações no prédio ocorreu até o dia 3 de março. Entre os problemas apontados estão: ineficiência do sistema de climatização, falta de impermeabilização nos pisos, ausência de instalações elétricas em alguns pontos, falta de gases medicinais em salas de atendimento e deficiências no projeto de combate a incêndios. O secretário Sandro Scarpeline confirmou tais problemas à reportagem da IPTV, destacando a falta de previsão de gerador, armazenamento de oxigênio e tubulação adequada para gases medicinais.

Contrapontos e questionamentos

O ex-secretário de saúde Stênio Miranda, da gestão anterior, afirmou à IPTV que o relatório de recebimento da obra em 2017 não apresentava irregularidades. A reforma original, que adaptou uma antiga unidade básica de saúde, foi anunciada como pronta por R$ 1.900.000,00 (sem contar equipamentos). A população questiona o porquê desses problemas não terem sido identificados no início da atual gestão, somente em 2024, gerando mais atrasos na entrega da UPA.

Atrasos e Impactos

O adiamento da entrega da UPA afeta diretamente a população do Sumarezinho, que necessita de atendimento médico de urgência e emergência. A demora e os altos custos da obra geram frustração e questionamentos sobre a gestão pública e a fiscalização das obras. Acompanharemos de perto o desenrolar da situação e os impactos para a comunidade.

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