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Região de Ribeirão Preto confirma quatro caso da BBX-1.5

Nova subvariante do coronavírus é mais contagiosa e já pode estar espalhada pelo estado; vacinas são eficazes contra esta cepa
BBX-1.5
Nova subvariante do coronavírus é mais contagiosa e já pode estar espalhada pelo estado; vacinas são eficazes contra esta cepa

Nova subvariante do coronavírus é mais contagiosa e já pode estar espalhada pelo estado; vacinas são eficazes contra esta cepa

Quatro casos de uma nova subvariante da Covid-19 foram confirmados em Ribeirão Preto e Serrana pelo Hemocentro de Ribeirão Preto. A subvariante, da linhagem Ômicron, já foi identificada em 29 países e mostra um aumento significativo de infecções nos Estados Unidos em dezembro (de 4% para 41%).

Casos na Região e Monitoramento

Apesar do baixo número de casos confirmados, a suspeita é de que a variante esteja circulando por todo o estado de São Paulo, uma vez que a primeira amostra foi detectada em Indaiatuba em novembro de 2022. A Secretaria de Saúde de São Paulo afirma manter o monitoramento da situação epidemiológica. Os quatro casos confirmados em Ribeirão Preto e Serrana (dois homens e duas mulheres) foram detectados em 30% das amostras analisadas em meados de dezembro pelo Hemocentro, como parte da vigilância genética coordenada pelo Instituto Butantan. A prefeitura de Ribeirão Preto está sendo contatada para obter mais informações sobre os pacientes.

Sequenciamento e Previsões

O diretor do Hemocentro, Rodrigo Calado, explicou que o sequenciamento genético, antes semanal durante o pico da pandemia, atrásra é realizado mensalmente devido à redução no número de casos. Embora tenha havido uma queda significativa após o Natal, existe a possibilidade de um pequeno aumento futuro, pois a variante apresenta mutações que lhe conferem certa resistência à resposta imunológica pré-existente. No entanto, essa resistência não implica maior gravidade ou transmissibilidade da doença.

Sem Alerta

É importante ressaltar que, segundo o diretor, a nova subvariante não representa uma ameaça significativa, pois não apresenta resistência às vacinas já existentes. Portanto, não há motivos para alarme.

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