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Região de Ribeirão Preto sofre com o número de queimadas e o ar seco

Doenças respiratórias ficam mais evidentes nesta época do ano
queimadas Ribeirão Preto
Doenças respiratórias ficam mais evidentes nesta época do ano

Doenças respiratórias ficam mais evidentes nesta época do ano

O inverno deste ano tem registrado um número alarmante de incêndios, superando recordes anteriores. A combinação de altas temperaturas e longa estiagem contribui para a gravidade da situação, com focos surgindo tanto de causas naturais quanto propositais.

Impactos na Saúde e no Meio Ambiente

A população sofre diretamente com a fumaça e a baixa umidade do ar. Cidadãos relatam irritação nos olhos e garganta, agravando problemas respiratórios como rinite e sinusite. A vegetação fica extremamente seca e vulnerável, resultando em um empobrecimento da flora e fauna local. Animais silvestres são afetados, com relatos de mortes e deslocamento forçado.

Ação das Autoridades e Prevenção

Órgãos como a CETESB trabalham na apuração de denúncias e fiscalização das áreas afetadas, proibindo queimadas controladas em canaviais devido à baixa umidade do ar (abaixo de 20% em muitos dias). O Corpo de Bombeiros enfrenta dificuldades para atender a todos os chamados, enfatizando a importância da prevenção, como evitar jogar bitucas de cigarro em áreas de vegetação.

Morro Agudo e Barrinha lideram o ranking de cidades com mais registros de incêndios no estado. A prática de atear fogo em áreas de vegetação configura crime ambiental, com pena prevista de seis meses a um ano de detenção. A situação exige atenção e ações efetivas para conter os focos de incêndio e mitigar os danos ambientais e à saúde pública. Este é o inverno mais seco dos últimos dez anos, tornando a situação ainda mais crítica.

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