Lagoa do Saibro em Ribeirão, da Maravilha em Serrana, prainha de Sertãozinho e o próprio Rio Pardo tiveram queda nos níveis
Chuvas tímidas começam a atingir a região de Ribeirão Preto, mas ainda são insuficientes para reverter os impactos da pior seca da história do país. A estiagem severa, acompanhada de incêndios florestais e alta poluição do ar, causou danos significativos em importantes pontos turísticos e reservas hídricas.
Impacto em Reservatórios de Água
A Lagoa do Saibão, localizada no Parque dos Lagos em Ribeirão Preto, e a Lagoa da Maravilha em Serrana, ilustram os efeitos devastadores da seca. Ambas são áreas de grande importância ambiental e turística, mas sofrem com a redução drástica dos níveis de água. A Lagoa da Maravilha, em especial, enfrenta o problema do acúmulo de lixo, necessitando de esforços de limpeza para sua preservação.
Consequências para o Lazer e Atividades Econômicas
A seca também impacta diretamente atividades de lazer e econômicas. A praia de Sertãozinho, com seu lago artificial, permanece fechada devido à baixa no nível da água. O Rio Pardo, crucial para o abastecimento de indústrias e atividades agropecuárias, encontra-se com apenas 60 centímetros de profundidade, próximo ao nível crítico registrado em 2014.
As chuvas recentes são um alívio, mas ainda são necessárias precipitações significativas para recuperar os níveis dos rios e lagoas, além de mitigar os danos causados pela seca prolongada. A situação exige atenção e ações contínuas para a preservação dos recursos hídricos e a recuperação dos ecossistemas afetados.



