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Região de Ribeirão registra taxa de retransmissão de 0,66, o que significa possível controle da pandemia

Dado é deste domingo (11); taxas acima de 1 significa aumento de transmissão e também sinal de alerta
controle da pandemia
Dado é deste domingo (11); taxas acima de 1 significa aumento de transmissão e também sinal de alerta

Dado é deste domingo (11); taxas acima de 1 significa aumento de transmissão e também sinal de alerta

Queda nos indicadores da Covid-19 em Ribeirão Preto traz alívio

Ocupação de leitos de UTI e taxa de transmissão

A região de Ribeirão Preto registra queda significativa nos indicadores da pandemia de Covid-19. A taxa de ocupação de leitos de UTI para Covid-19 ficou abaixo de 70% na segunda-feira, atingindo 69,75%, com 229 pacientes internados em hospitais públicos e particulares – o menor número desde 14 de março. A taxa de ocupação de enfermaria também apresentou queda, com 214 internados em 336 vagas. Esses dados, aliados à taxa de transmissão, sugerem que a região poderia entrar na fase verde do Plano São Paulo.

Taxa de retransmissão em queda

A taxa de retransmissão da Covid-19 na região de Ribeirão Preto também está em queda, com índice de 0,66 segundo levantamento da USP, UNESP e FAPESP. Taxas abaixo de 1 indicam controle da transmissão, em contraste com o índice de 1,42 registrado em 14 de junho, quando a cada 100 pessoas, outras 142 poderiam ser contaminadas. A região ocupa a sexta posição no estado em termos de taxa de retransmissão, atrás de Bauru (0,55), Franca (0,58), São José do Rio Preto (0,61) e Araçatuba (0,64). Barretos, que apresentava as piores taxas do estado, atrásra registra 0,98, ainda próximo do índice de atenção (1).

Números positivos e esperança para o futuro

Em Ribeirão Preto, são registrados 125.157 casos confirmados, 3.341 óbitos e 5.533 casos ativos. O tempo médio de resolução de um caso é de 17 dias. A queda nos indicadores, resultado de medidas de restrição e avanço da vacinação, traz alívio após meses de alta taxa de ocupação de leitos e grande número de óbitos. A melhora da situação em cidades como Franca, que chegou a ter fila de espera zero para leitos de UTI, demonstra o sucesso das estratégias adotadas e a importância da continuidade dos cuidados.

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