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Região de Ribeirão tem cinco focos ativos de incêndios, segundo a Defesa Civil

Combates acontecem em Luiz Antônio (Jataí), Cássia dos Coqueiros/ Cajuru, Colômbia/ Barretos, Patrocínio Paulista e Pedregulho
incêndios em Ribeirão
Combates acontecem em Luiz Antônio (Jataí), Cássia dos Coqueiros/ Cajuru, Colômbia/ Barretos, Patrocínio Paulista e Pedregulho

Combates acontecem em Luiz Antônio (Jataí), Cássia dos Coqueiros/ Cajuru, Colômbia/ Barretos, Patrocínio Paulista e Pedregulho

Após dias de combate, o incêndio na reserva ecológica de Jataí, em Luiz Antônio (SP), foi controlado, mas novos focos reacenderam a preocupação. Apesar do alívio, a Defesa Civil mantém 12 municípios paulistas em alerta, sendo cinco na região de Ribeirão Preto: Cajuru, Caceres, Colômbia, Barretos e Luiz Antônio.

Incêndio em Jataí: Situação Atual

Iniciado em 27 de setembro, o incêndio em Jataí foi oficialmente controlado na sexta-feira. No entanto, novos focos surgiram no fim de semana, ameaçando uma fábrica de papel próxima. Felizmente, as instalações da empresa não foram atingidas e não houve feridos. A Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura e Logística de São Paulo afirma que os focos diminuíram e que equipes trabalham em sobrevôos de monitoramento e combate aéreo, além de ações em campo. Aproximadamente 70 pessoas ainda atuam no rescaldo.

Extensão do Desastre e Esforços de Combate

O incêndio já devastou mais de 73% da reserva, afetando 8 mil hectares (equivalente a 11.200 campos de futebol), tornando-se o pior da história da região. Bombeiros, Defesa Civil e aeronaves trabalham incessantemente no combate às chamas. A preocupação se concentra na possibilidade de o fogo atingir a zona urbana.

Combate Intensificado e Preocupações Futuras

Na última semana, três frentes de combate atuaram simultaneamente, envolvendo 150 pessoas de diversas instituições (Defesa Civil, Fundação Florestal e Corpo de Bombeiros), com o apoio de 56 veículos terrestres e sete aeronaves, além de caminhões-pipa e abertura de aceiros. Apesar dos esforços, cerca de 80% da área da reserva foi destruída, deixando um rastro de devastação e a necessidade de ações futuras para recuperação da área.

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