Estado flexibilizou, nesta sexta-feira (9), as regras do Plano São Paulo; ouça a coluna ‘De Olho na Política’ com Marcelo Fontes
São Paulo retorna à fase vermelha do Plano São Paulo. Apesar de alguns indicadores positivos, como queda de casos e internações em algumas regiões, a taxa de ocupação de UTIs permanece alta. A fase vermelha, considerada a mais restritiva do plano, impõe diversas restrições ao comércio e à circulação de pessoas.
Fase Vermelha: Retrocesso ou Evolução?
A volta à fase vermelha gerou debates. Enquanto alguns apontam melhora em indicadores como a queda de 14,8% em casos na região de Ribeirão Preto, outros destacam a alta ocupação de leitos de UTI, com recorde de internações em Ribeirão Preto. A situação é complexa e exige análise cuidadosa dos dados.
Flexibilizações pontuais e responsabilidade individual
Algumas flexibilizações foram anunciadas, como a reabertura de lojas de material de construção após quase 30 dias de fechamento. Entretanto, é crucial ressaltar que a fase vermelha mantém diversas restrições, e a população deve manter a responsabilidade para evitar novos aumentos de casos. A mensagem principal é: São Paulo continua em situação crítica, e a flexibilização é pontual, não um relaxamento das medidas de segurança.
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Vacinação e logística
A vacinação antecipada para profissionais da educação e idosos acima de 67 anos gerou questionamentos sobre a logística de agendamento e organização para evitar aglomerações. A prefeitura de Ribeirão Preto deve se pronunciar sobre o assunto, considerando também o início da campanha de vacinação contra a gripe na próxima segunda-feira.
Em resumo, a situação em São Paulo permanece delicada, exigindo cautela e responsabilidade de todos. A volta à fase vermelha, apesar de algumas flexibilizações pontuais, reforça a necessidade da manutenção de medidas restritivas para o controle da pandemia.