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Região luta por verba estadual para construção de aterros sanitários

Em alguns municípios os locais foram interditados e a liberação pode demorar até oito meses
aterros sanitários
Em alguns municípios os locais foram interditados e a liberação pode demorar até oito meses

Em alguns municípios os locais foram interditados e a liberação pode demorar até oito meses

O descarte inadequado de lixo é um problema crônico em diversas cidades brasileiras. A falta de locais apropriados para o depósito de resíduos sólidos é uma realidade preocupante, impactando o meio ambiente e a saúde pública.

A Busca por Soluções

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública, existem cerca de 3 mil lixões ou aterros irregulares no país. Para regularizar essa situação, são necessários estudos de impacto ambiental e diversos documentos. Um consórcio de municípios da Alta Mogiana busca junto ao governo estadual uma verba de R$ 170 milhões para construir seis aterros sanitários, beneficiando 32 cidades. Cidades como Cravinhos e Santa Cruz da Esperança tiveram seus locais de descarte interditados pela CETESB, destacando a urgência da situação.

Avanços e Desafios

O presidente do consórcio afirma que houve avanços nas discussões com as autoridades, esclarecendo dúvidas sobre o projeto. A CETESB irá analisar as áreas propostas para verificar sua viabilidade. A previsão é de que, em até oito meses, o problema possa ser resolvido, dependendo da aprovação e análise da CETESB. O processo é rigoroso devido aos potenciais danos ambientais causados pelo lixo. A secretária de meio ambiente do estado apoia o projeto, mas o processo burocrático permanece.

Impactos e Conscientização

Para o ambientalista Manuel Tavares, a situação coloca em risco a saúde pública, apesar de reconhecer os esforços conjuntos. Ele critica a demora na tomada de providências e a falta de políticas públicas para conscientizar a população sobre a separação do lixo, o que facilitaria o processo e reduziria o impacto ambiental. Mesmo em cidades maiores como Ribeirão Preto, o problema persiste, com 700 toneladas de lixo descartadas diariamente, parte delas em aterros fora do município, como em Guatapará.

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