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Região registra dois latrocínios em pouco mais de duas semanas

Professor de Direito da USP, Daniel Pacheco, afirma que é um dos crimes mais graves do código penal; prisão chega a 30 anos
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Professor de Direito da USP, Daniel Pacheco, afirma que é um dos crimes mais graves do código penal; prisão chega a 30 anos

Professor de Direito da USP, Daniel Pacheco, afirma que é um dos crimes mais graves do código penal; prisão chega a 30 anos

Crimes bárbaros chocam a região: latrocínios em Bebedouro e Ribeirão Preto

Latrocínio em Bebedouro: comerciante reagiu a assalto e morreu

Um comerciante de 55 anos foi morto durante um assalto em Bebedouro. Câmeras de segurança registraram a ação: dois ladrões chegaram de moto, um entrou no estabelecimento enquanto o outro esperava do lado de fora. O comerciante reagiu, houve luta corporal, e ele foi esfaqueado. Mesmo ferido, ainda conseguiu atingir os assaltantes com uma cadeira antes de morrer 20 minutos depois. Os criminosos fugiram e continuam foragidos.

Latrocínio em Ribeirão Preto e análise jurídica

Outro caso semelhante ocorreu em Ribeirão Preto, onde um engenheiro foi morto a tiros durante um assalto em seu condomínio. Um suspeito foi preso, mas não é considerado o autor do disparo fatal. O professor de direito Daniel Pacheco, da USP, explica que o latrocínio (roubo seguido de morte) é um crime gravíssimo, com pena que pode chegar a 40 anos de prisão. A pena é alta porque o crime afeta dois bens fundamentais: a vida e o patrimônio. Mesmo que apenas um dos criminosos tenha cometido o ato que resultou na morte, todos os envolvidos podem ser responsabilizados pelo latrocínio, a menos que haja circunstâncias muito específicas que comprovem a total desconexão de um dos participantes com o ato que causou a morte. A possibilidade de progressão de regime prisional existe, mas só após o cumprimento de uma boa parte da pena.

Julgamento de Ana Claudia Batista: júri popular por homicídio qualificado

Em outro caso, Ana Claudia Batista será julgada por júri popular, acusada de planejar a morte do marido para receber o dinheiro do seguro de vida. O julgamento será em duas fases: a primeira, com juiz, promotor e advogado, e a segunda, com júri popular. A defesa de Ana Claudia tentará convencer o júri de sua inocência.

Esses casos demonstram a gravidade da violência na região e a necessidade de ações para combater a criminalidade.

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