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Região segue sofrendo com o alto número de focos de queimada

Na tarde de ontem, incêndio destruiu uma mata em São Simão
focos de queimada
Na tarde de ontem, incêndio destruiu uma mata em São Simão

Na tarde de ontem, incêndio destruiu uma mata em São Simão

Os incêndios têm se tornado um problema recorrente, principalmente devido à ação humana. Para combater essa situação, medidas de prevenção e combate a incêndios estão sendo tomadas.

Monitoramento e Prevenção

Em áreas de preservação como a Mata de Santa Teresa (próxima à USP), o monitoramento é constante, 24 horas por dia. Isso se deve à ocorrência de grandes incêndios no passado, resultando em danos significativos à vegetação e à fauna. Em Ribeirão Preto, o período de estiagem prolongada (82 dias sem chuva, o maior dos últimos 17 anos) aumenta significativamente o risco de queimadas. A USP, após incêndios devastadores em anos anteriores (2011, 2012 e 2014), reforçou seu sistema de prevenção com rondas 24 horas, câmeras de longa distância e reforço da Guarda Universitária. Esse esforço tem demonstrado resultados positivos, com dois anos sem grandes incêndios na região.

Combate a Incêndios e Qualidade do Ar

O Corpo de Bombeiros de Ribeirão Preto registra, em média, um incêndio diário em áreas verdes, na maioria das vezes causado por ação humana. A importância da formação de brigadas de incêndio em cada município é destacada, para que o combate inicial seja mais eficiente. A estiagem também impacta a qualidade do ar, com Ribeirão Preto registrando, em alguns momentos, o pior índice de poluição do estado de São Paulo, atingindo níveis considerados “muito ruins”. A recomendação para a população é evitar atividades físicas extenuantes em dias secos e manter-se hidratado. O uso de umidificadores de ar e soro fisiológico também são sugeridos para melhorar a condição das vias respiratórias.

A situação em Ribeirão Preto ilustra a complexidade do problema dos incêndios, que exigem esforços conjuntos de prevenção, monitoramento e combate, além de atenção à saúde pública em relação à qualidade do ar. Ações efetivas, como o monitoramento constante e a formação de brigadas locais, demonstram ser cruciais para a mitigação dos riscos e a proteção do meio ambiente e da população.

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