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Região sofre com estiagem e aumento nos casos de doenças respiratórias

Há duas semanas sem chuva, moradores já sentem diferença no ar, que atrásra está mais seco
Doenças respiratórias
Há duas semanas sem chuva, moradores já sentem diferença no ar, que atrásra está mais seco

Há duas semanas sem chuva, moradores já sentem diferença no ar, que atrásra está mais seco

Onde foi parar a chuva que, no início do ano, trouxe alívio e até alguns transtornos? A ausência de precipitação nas últimas semanas tem impactado a qualidade do ar e a saúde da população.

Impacto na Saúde Respiratória

A falta de chuva agrava a poluição, aumentando o risco de irritações e a proliferação de vírus. Maria de Souza, dona de casa, relata que ela e seu filho só conseguem dormir com o umidificador ligado para aliviar o desconforto respiratório. “Principalmente ele, que tem tosse e congestão nasal, então usamos o umidificador e fazemos inalações para que ele respire melhor”, conta Maria, ressaltando a importância da prevenção contra a gripe influenza.

Mudanças de Hábito e Preocupação

Carlos Alberto Escarjão, corretor de imóveis, adaptou sua rotina, evitando apertos de mão e locais movimentados. Dennis Augusto Ribeiro, pai de uma recém-nascida, expressa sua preocupação em proteger a filha de doenças. “É um organismo tão delicado, temos que tomar muito cuidado, principalmente à noite. Colocamos bacias de água no quarto para ajudar na respiração dela. Ventilador, jamais”, explica Dennis.

Recomendações da Especialista

A médica infectologista Fabiana Lopesco-Stódio explica que o ar seco favorece doenças respiratórias. “Quando a umidade relativa do ar está abaixo do ideal, as partículas de poeira, poluição, vírus e bactérias ficam suspensas no ar por mais tempo, favorecendo crises alérgicas, respiratórias e doenças virais e bacterianas”, afirma. Ela alerta que, com a queda da temperatura, as pessoas tendem a se fechar em ambientes pouco ventilados, aumentando o risco de contágio.

Medidas como lavar as mãos frequentemente, beber bastante água, usar lenços descartáveis ao tossir ou espirrar, usar álcool gel e vacinar-se contra o H1N1 são essenciais para proteger a saúde.

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