Níveis de gases poluentes presentes no ar em 2017, apesar do aumento da frota dos veículos, foram mais baixos que em outros anos
Ribeirão Preto teve qualidade do ar considerada boa em 2017, segundo relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).
Monitoramento da Qualidade do Ar
A estação de monitoramento localizada no Parque Mauro e Lubaiaje analisou diversos poluentes, incluindo MP10, MP2.5, dióxido de nitrogênio, ozônio e monóxido de carbono. A estação, reativada em 2017 após anos desativada, também monitorou temperatura e umidade.
Resultados Positivos e Períodos Críticos
De acordo com Maria Lúcia Gonçalves Guardani, gerente da divisão de qualidade do ar da Secretaria do Meio Ambiente, a qualidade do ar ficou boa em 283 dias do ano, moderada em 61 dias, ruim em 5 dias e muito ruim em apenas 1 dia (considerando MP10). Resultados similares foram observados para MP2.5. Embora a média anual tenha sido positiva, períodos de estiagem, principalmente em setembro, registraram piora na qualidade do ar, com concentrações mais elevadas de poluentes.
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Melhorias e Ações Futuras
Apesar dos dados positivos, a Cetesb destaca a necessidade de ações contínuas para melhorar ainda mais a qualidade do ar. Mudanças de hábitos da população, como o aumento do uso do transporte público e a proibição de queimadas, são cruciais para reduzir a emissão de poluentes. O inverno de 2017, embora favorável à dispersão de poluentes, apresentou períodos de estiagem que impactaram a qualidade do ar.



