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Reunião na tarde desta sexta pode definir problema sobre férias dos professores

Conselho Municipal da Educação e Aproferp discutirão como ficará o calendário escolar com a desistência de Ribeirão dos Jogos
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Conselho Municipal da Educação e Aproferp discutirão como ficará o calendário escolar com a desistência de Ribeirão dos Jogos

Conselho Municipal da Educação e Aproferp discutirão como ficará o calendário escolar com a desistência de Ribeirão dos Jogos

A disputa em torno do recesso escolar em Ribeirão Preto ganhou um novo capítulo, com diferentes atores buscando soluções para a questão.

Ação Judicial em Vista

Em uma reunião realizada na Secretaria de Negócios Jurídicos, ficou definido que o Conselho Municipal da Educação (CME) entrará com uma ação judicial. O objetivo é reaver os dias de recesso que foram perdidos pelos professores. Essa perda é resultado de uma decisão judicial que obriga as escolas a manterem as aulas durante o período dos Jogos Abertos do Interior, que originalmente seria destinado às férias escolares.

Detalhes da Reunião e Argumentos

O secretário municipal da Educação, Ângelo Invernize, participou da reunião e detalhou o encontro. Segundo ele, foram apresentados ao procurador Dr. Renato Manaia os impactos sociais da continuidade das aulas para professores e alunos. O procurador se comprometeu a entrar com a ação buscando a suspensão da obrigatoriedade do retorno do recesso.

Contraponto da Associação dos Professores

A Associação dos Professores de Ribeirão Preto também pretende acionar a justiça. A associação busca provar que as escolas municipais de ensino fundamental já possuíam um planejamento para o recesso desde o início do ano. Eles argumentam que alunos e professores não podem ser penalizados por um erro da prefeitura ao incluir as escolas de educação infantil no cronograma dos Jogos Abertos tardiamente.

O promotor do caso, Ramon Lopes Neto, confirmou o contato do Conselho Municipal de Educação e a intenção de auxiliar os professores dentro do possível, ressaltando que a decisão judicial é um fator limitante. O Ministério Público buscará alternativas para minimizar os prejuízos aos professores decorrentes do erro de planejamento da prefeitura.

A situação permanece complexa, com diversas partes buscando soluções legais e administrativas para mitigar os impactos do cancelamento do recesso escolar.

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