Professores pedem reajustes salariais para 2024 e nos próximos dois anos; grupo também pede mais investimentos na educação
Encontro no Palácio do Planalto busca solucionar greve de universidades federais
Reunião entre governo e reitores
Uma reunião no Palácio do Planalto, em Brasília, busca definir os próximos passos para encerrar a greve das universidades públicas federais, que já dura 57 dias. O encontro, que teve sua realização confirmada pelo Palácio do Planalto, contará com a presença do presidente da República, além dos ministros da Educação (Camilo Santana), Ciência, Tecnologia e Inovação (Luciana Santos) e da Casa Civil (Rui Costa). Apesar da confirmação, a pauta oficial ainda não foi divulgada, e nem mesmo os reitores das universidades federais possuem informações precisas sobre o tema.
Impasse nas negociações e reivindicações dos professores
A greve ocorre em meio a um impasse nas negociações salariais. Os professores reivindicam um reajuste de 3,69% ainda em 2023, 9% em 2024 e 5,16% em 2026, além de mais investimentos nas universidades. Embora tenha havido rodadas de negociações na semana passada, o governo afirma não haver espaço orçamentário para o reajuste em 2024, argumento contestado pelas entidades sindicais. A falta de acordo mantém a greve em vigor, prejudicando o calendário acadêmico e gerando confusão tanto para professores quanto para alunos.
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Expectativas para o desfecho da reunião
As expectativas estão voltadas para o encontro no Palácio do Planalto, na esperança de que sejam apresentadas propostas que levem ao fim da paralisação. O resultado da reunião será crucial para determinar o futuro das negociações e o retorno das atividades acadêmicas nas universidades federais.



